Os governos das cidades europeias foram percebendo que a política se pode regenerar ou tornar mais assertiva pelo incremento de práticas culturais. Foi assim na Florença dos Médicis e é assim na actual disputa pela capitalidade cultural no seio das regiões. Na presunção de que o talento e a inteligência são contagiosos, o envolvimento nas questões artísticas e intelectuais do nosso tempo, sendo uma necessidade humana essencial,